O @andrewsmedina me convocou a enumerar 7 itens do meu ambiente de trabalho. Atualmente trabalho com PZP e sites/sistemas com o framework Django. Apesar dos meus conhecimentos anteriores de linguagem de programação, tenho usado apenas o Python e o JavaScript das linguagens de programação conhecidas. Compartilho com vocês os 7 que eu creio que são os principais no meu ambiente de trabalho. Continue reading “Meu ambiente de trabalho em 7 itens”
O nosso querido Bruno Tikami (Membro da Python Brasil e desenvolvedor Django e Zope/Plone) atiçou minha curiosidade com relação a mudar o this de uma função/objeto/bla JavaScript.
Estou começando no universo do Plone. Estava eu feliz e contente ao ter criado meu ambiente virtual, agora estava na etapa de instalar o ZopeSkel para desenvolvimento de Produtos para o nosso querido amigo Plone. Executei o seguinte código no shell:
easy_install ZopeSkel
Se a vida fosse assim fácil, eu estranharia. Me deparei com o seguinte erro:
cc1: error: unrecognized command line option "-Wno-long-double"
lipo: can't figure out the architecture type of: /var/folders/Ih/Ih8i2vVNH0q4i9eZGA5tzE+++TI/-Tmp-//ccsOvHcb.out
error: Setup script exited with error: command 'gcc' failed with exit status 1
[update] Confesso que desde março/2010 não pratico mais esse método. Tive problemas com a migração da minha conta e desde então, estou fora do plano – mas isso não prova que não funcione! =p [/update]
Ah, o SVN. Desde que o conheci, não trabalho mais sem ele! Porém, onde trabalho nem todos – quase ninguém – usam o SVN de forma correta. Todos alteram o trunk, ninguém faz branches nem tags, o que torna a organização e a maturidade o código desenvolvido eternamente em beta.
Quem sabe se, vendo esse screencast da KingHost – que disponibiliza o SVN em seus planos de hospedagem – as pessoas não aprendam a utilizar efetivamente esse recurso fantástico que é o controle de versão.
Só ignorem a parte da criação do repositório que é exclusivo do serviço de hospedagem.
Para quem não tem recurso pra pagar um curso ou mesmo quem mora em um lugar que não tenham boas escolas de tecnologia e quer aprender C (que, a meu ver, é das mais fantásticas linguagens de programação e que deveria ser ensinada em todos os cursos relacionados a desenvolvimento de software), A Universidade Federal de Minas Gerais disponibiliza, desde 1997, o seu curso de linguagem C. O curso te incentiva a utilizar alguma distro Linux (os exemplos de código, como compilar, entre outros estão em shell *nix), mas não é obrigatório. Ele é gratuito, e não te obriga a fazer cadastro. O que te poupa de ficar disponibilizando seus dados “pra geral”.
Post interessantíssimo de Dragos Roua, um romeno (um cara que nasceu na Romênia) que nos dá 100 dicas de como ter uma vida melhor. Obviamente, não é porque você não seguiu todas (ou nenhuma delas) que você não pode se considerar feliz. Mas quem sabe seguindo alguns desses conselhos não nos faça sentir completos?
Este post é inspirado no post do blog do Vinod Pandey. É quase uma tradução do que este escreveu. Para aqueles que tem uma bruta preguiça de ler posts em inglês, aí está a ajuda. Um passo muito importante para quem está começando a desenvolver em Python — como eu — é criar ambientes virtuais para que as bibliotecas instaladas não interfiram nas bibliotecas do sistema.
Como faz?
Primeiro, faça o download do virtualenv no repositório Pypi e descompacte o arquivo
cd $HOME
mkdir downloads
cd downloads
wget http://pypi.python.org/packages/source/v/virtualenv/virtualenv-1.3.3.tar.gz
tar xzf virtualenv-1.3.3.tar.gz
Crie o ambiente virtual
cd $HOME
mkdir webapps
cd webapps
python2.4 ~/downloads/virtualenv-1.3.3/virtualenv.py --no-site-packages pythonapp
Diferente do post do Pythonologia — recomendo dar uma olhada lá, ele explica muito bem o processo de criação de arquivos do seu ambiente –, nós definimos logo no começo qual versão de python que o ambiente virtual usará — algo que achei mais fácil que criar um link simbólico.